Análise do Plano Diretor

Um plano diretor bem elaborado deve, em primeiro lugar, contemplar a participação do cidadão como munícipe, dando a ele não só voz mas também voto, já que ele é quem vive na cidade, e a conhece (inclusive seus problemas, suas possíveis soluções, etc).
Além disso, deve haver uma preocupação com a preservação ambiental. O desenvolvimento sustentável é um requisito crucial para o próprio crescimento das sociedades modernas. É necessário um plano para o abastecimento de água, coleta de esgoto, e para o lixo. Incentivando, sobretudo, a coleta seletiva, a reciclagem e combatendo o desperdício.
É preciso também pensar a cidade em seus termos relacionais. O que significa dizer que há relações entre os moradores da cidade: relações econômicas, trabalhistas, políticas, sociais, etc. Há, portanto, que se combater a desigualdade social, bem como qualquer tipo de segregação advinda destas relações que nem sempre se dão de forma justa e igualitária. A população carente deve ter especial atenção: moradia, trabalho, saúde e educação.
Em termos legais e de projetos, muitos desses pontos estão inscritos na legislação urbanística da cidade. Um exemplo é o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, que incentiva a coleta seletiva e a reciclagem. Mas em termos práticos, algumas questões se despontam como incógnitas: não há informações sobre o Conselho Municipal de Planejamento; Não há divulgação de seus trabalhos; e há pouca atenção para área rural.

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